Há um tempo que meu horóscopo diz que tenho que cuidar das finanças. Mais especificadamente das minhas finanças. Mas eu sempre me pergunto: que finanças?? OK, ok, vamos combinar que eu trabalho pacas isso é fato. Toco o 'lojinha' (como gentilmente apelidei a Caminhando), faço meus projetinhos (um dia vai!) e paralelamente vou fazendo alguns trabalhinhos que não me desprendam tanto dindin, ou que despredam algum que eu possa desprender, enfim.
Tá, vamos combinar também que por ser a unica criaturazinha de sobrenome 'de Carvalho Fazoli' que topou encarar o 'lojinha' eu tenho uma mesada digamos bem boa.
Sem pesos na consciência, faço jus. O que eu chamo de mesada, afinal vem do bolso dos papis mesmo que com meu suorzinho, é na verdade um bom salário que eu gasto feliz na terapia que não largo, na fisioterapia que não me larga, em balada, em combustível, em viagenzinhas aqui e ali, em livros-cds-dvds, em cinema-teatro-shows, enfim, gastos de uma pessoa normal que (ainda) mora com os pais.
Mas hoje me deu um 'start': perai, se eu ganho mais do que a maioria e eu vejo neguinho fazendo uns esforcinhos, eu acho que eu também posso! Então, comecei a fazer uma listinha com as coisas que eu quero fazer e farei. Acho que dá.
Com isso vem uma segunda coisinha: ter limites. Não só o do cartão de crédito, mas o de débito também. Saber se controlar e principalmente: planejar.
Segue listinha de coisas que vou fazer/ter nos próximos 4 anos:
1) Passar o reveillón de 2009/2010 em Buenos Aires com minhas amigas;
2) Terminar meu documentário 'Reciclando o Olhar - A arquitetura do papelão', conseguindo ou não apoio financeiro;
3) Fazer a Aline acontecer, com grana;
4) Fazer meu curta 'Parado, Aí!' conseguindo ou não apoio financeiro;
5) Comprar um apartamento bacana, não precisa ser grande, mas que seja aqui perto de casa mesmo;
6) Passar uns dias em NY ainda este ano;
7) Cruzar a transiberiana desde Moscou, fazendo uma parada obrigatória em São Petersburgo e partindo para a China até o meio do ano de vem;
8) Comprar um Karmamm Ghia bordô com bancos de couro brancos e conversível!
9) Fazer minha produtora ter sede própria e vááários trampos legais;
Mas, como disse anteriormente, planejamento, organização, disciplina e ordem. E vâmo que vâmo!
domingo, 2 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
I have the tme of my life! What a feeling!
Tem uma senhora que eu conheço, que é muito simples, que costuma dizer assim: 'a felicidade são momentos' (assim errado mesmo). A pureza com que isso é dito me faz por diversas vezes lembrar destas sábias e vividas palavras. Eu sempre achei que não preciso de muito para ser feliz.
Na verdade o pouco que eu preciso é extremamente valioso. Tão valioso que chega a ser muito. E eu sei que tenho sorte, porque, a grande maioria das pessoas não tem. Ou pensa que tem, mas, de uma hora para outra, no momento que mais precisa, percebe que não tem.
Já deu pra perceber que estou falando dos meus amigos, queridos, mais uma vez.
Hoje sai pra virar a página. Como eu disse, eu sempre achei que não preciso de muito, apenas 'um carinho apenas faz bem'. Então caimos na noite eu, Rafa e Lulu que voltou de Porto Alegre.
Mais uma vez fomos ao Na Mata Café. Como sempre cobram um bom preço (nada exorbitante) para atender bem a uma clientela selecionada. Lá é um lugar onde se encontra boa música, boa comida, boa bebida, pessoas bonitas a qualquer dia da semana. A banda de sexta feira é a Sound Trackers que toca sucessos do cinema. Ou seja: música pop.
Minha necessidade de emburrecer um pouquinho as vezes se faz vigente (não que eu me ache uma 'Caetano Veloso', como ele mesmo diria) então vamos cair na média.
Tem duas músicas de filmes que adoooro dançar muito e imitar os passos do filme. Sorte que minhas amigas me acompanham, todas bêbadas, claro. O primeiro que quando toca nos olhamos é Flashdance. Clássico dos anos 80, temos uma conhecida a qual apelidamos assim por ter seu guarda roupa parado no tempo. O outro filme é o empolgante Dirty Dancing com aquele coooisooo do Patrick Swayze. Gente como ele era gostoso! Logo depois de Dirty Dancing e de gravar aquela música chata, brega e pegajosa, 'She´s like the win' que é péssima ele foi o gostoso da vez novamente só que no Ghost, lembra?
Bom, algumas coisas além de recordes de bilheteria fazem desses filmes ícones pop de quem viveu a década de 80 não importa a idade. Eu por exemplo tinha meus 6 anos de idade na época de Dirty Dancing e nem tinha nascido ou se tinha era um bebê na época de Flashdance. Como muitos esses filmes fazem parte do ideário 'Sessão da Tarde' com pipoca (depois da lição e sem atrasar para a natação!).
Além disso e aí posso estar querendo ver coisa onde não tem ou encontrando aquilo que ninguém viu, que esses dois filmes falam de persistência, quebra de barreiras, mudança de costumes, quebra de valores da sociedade e de superação para alcançar o que se deseja.
Como não poderia faltar e para vocês matarem a saudade, arrastem os móveis e bora pirar o cabeção!
Flashdance - Obs: Sabiam que a Demi Moore fez teste e não passou? Que coisa, não?
Na verdade o pouco que eu preciso é extremamente valioso. Tão valioso que chega a ser muito. E eu sei que tenho sorte, porque, a grande maioria das pessoas não tem. Ou pensa que tem, mas, de uma hora para outra, no momento que mais precisa, percebe que não tem.
Já deu pra perceber que estou falando dos meus amigos, queridos, mais uma vez.
Hoje sai pra virar a página. Como eu disse, eu sempre achei que não preciso de muito, apenas 'um carinho apenas faz bem'. Então caimos na noite eu, Rafa e Lulu que voltou de Porto Alegre.
Mais uma vez fomos ao Na Mata Café. Como sempre cobram um bom preço (nada exorbitante) para atender bem a uma clientela selecionada. Lá é um lugar onde se encontra boa música, boa comida, boa bebida, pessoas bonitas a qualquer dia da semana. A banda de sexta feira é a Sound Trackers que toca sucessos do cinema. Ou seja: música pop.
Minha necessidade de emburrecer um pouquinho as vezes se faz vigente (não que eu me ache uma 'Caetano Veloso', como ele mesmo diria) então vamos cair na média.
Tem duas músicas de filmes que adoooro dançar muito e imitar os passos do filme. Sorte que minhas amigas me acompanham, todas bêbadas, claro. O primeiro que quando toca nos olhamos é Flashdance. Clássico dos anos 80, temos uma conhecida a qual apelidamos assim por ter seu guarda roupa parado no tempo. O outro filme é o empolgante Dirty Dancing com aquele coooisooo do Patrick Swayze. Gente como ele era gostoso! Logo depois de Dirty Dancing e de gravar aquela música chata, brega e pegajosa, 'She´s like the win' que é péssima ele foi o gostoso da vez novamente só que no Ghost, lembra?
Bom, algumas coisas além de recordes de bilheteria fazem desses filmes ícones pop de quem viveu a década de 80 não importa a idade. Eu por exemplo tinha meus 6 anos de idade na época de Dirty Dancing e nem tinha nascido ou se tinha era um bebê na época de Flashdance. Como muitos esses filmes fazem parte do ideário 'Sessão da Tarde' com pipoca (depois da lição e sem atrasar para a natação!).
Além disso e aí posso estar querendo ver coisa onde não tem ou encontrando aquilo que ninguém viu, que esses dois filmes falam de persistência, quebra de barreiras, mudança de costumes, quebra de valores da sociedade e de superação para alcançar o que se deseja.
Como não poderia faltar e para vocês matarem a saudade, arrastem os móveis e bora pirar o cabeção!
Flashdance - Obs: Sabiam que a Demi Moore fez teste e não passou? Que coisa, não?
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Volto pra casa sozinha.
Eu moro com um monte de gente. Eu durmo no meu quarto. Sozinha. Eu ando sozinha por aí. Eu também ando acompanhada. Mas nem sempre me sinto sozinha. Só as vezes. Sozinha ou acompanhada. Eu aprendi que a solidão é algo que carrego dentro de mim. Solidão não é ir no cinema sozinha. Solidão não é ir para o Filial sozinha e não encontrar ninguém para compartilhar a mesa e ficar conversando com os garçons para não ficar calada. Solidão talvez seja o som de uma mesa de amigos dando risada. Solidão não é um apartamento enorme e vazio. Solidão talvez seja um apartamento cheio de gente. Uma pessoa chorando sozinha com saudades do silêncio. Solidão não é ninguém te chamar no skype. Solidão é não atenderem teu telefonema. O que eu quero dizer é que há pilhas de romances e poemas sobre a solidão. E isso me dá medo. Eu penso nos velhos em asilos. Abandonados por quem eles nunca deixaram. Existe algum tipo mais cruel de solidão? Não estou rogando praga. É só um segredo. E agora você sabe. Saber é solitário. É um tipo de solidão. Não é você ser mandado para um país distante e sim, você ter consciência de opção mais adequada.Não é a chuva de granizo que caiu terça feira. É a eterna garôa que não cessa. A solidão não se parece com a morte. A solidão talvez seja aquele operador da bolsa de valores vociferando em meio a um monte de gente. A solidão é um show de rock com as amigas onde a gordinha inteligente vai embora dirigindo seu carro sozinha enquanto a amiga linda pega um táxi com o guitarrista da banda. A solidão não é o bêbado da esquina que fala sozinho. A solidão é de quem fica assistindo a este espetáculo. A solidão é o cotidiano, é a rotina. A solidão é a passagem das horas. A solidão não é um jazz à meia luz. A solidão é o axé que acompanha um trio elétrico no carnaval. A solidão é uma bússola. Pode-se ter o norte. E pode durar pra sempre. Quando eu achar que não pode mais ser assim, eu compro um Labrador.
Texto baseado em obra de Mário Bortolotto.
Claro que tem videozinho de música. E claro que vocês sabem qual é...
Texto baseado em obra de Mário Bortolotto.
Claro que tem videozinho de música. E claro que vocês sabem qual é...
quinta-feira, 30 de julho de 2009
The Man I Love
"Um dia ele virá
O homem que eu amo
Ele será grande e forte
O homem que eu amo
E quando ele entrar em meu caminho
Eu farei de tudo
Para fazê-lo ficar
Ele vai me olhar e sorrir
E eu vou perceber
E em um instante
Ele vai pegar minha mão
Eu pensarei que isso é um absurdo
Nós pensaremos juntos
Mas não diremos nenhuma palavra
Talvez
Eu vá encontrá-lo em um domingo
Talvez segunda, talvez não
Mas eu tenho a certeza
Que o encontrarei um dia
Talvez terça!
E será a melhor notícia do dia!
Ele vai construir uma casinha
Feita exatamente para dois
De onde eu nunca sairei
Quem sairia? Você sairia?
É por isso que acima de tudo
Eu espero
Pelo homem que eu amo"
Cole Porter com tradução minha mesmo.
Olha só com a D. Ella Fitzgerald. Mais um pra sessão 'pega o lenço':
O homem que eu amo
Ele será grande e forte
O homem que eu amo
E quando ele entrar em meu caminho
Eu farei de tudo
Para fazê-lo ficar
Ele vai me olhar e sorrir
E eu vou perceber
E em um instante
Ele vai pegar minha mão
Eu pensarei que isso é um absurdo
Nós pensaremos juntos
Mas não diremos nenhuma palavra
Talvez
Eu vá encontrá-lo em um domingo
Talvez segunda, talvez não
Mas eu tenho a certeza
Que o encontrarei um dia
Talvez terça!
E será a melhor notícia do dia!
Ele vai construir uma casinha
Feita exatamente para dois
De onde eu nunca sairei
Quem sairia? Você sairia?
É por isso que acima de tudo
Eu espero
Pelo homem que eu amo"
Cole Porter com tradução minha mesmo.
Olha só com a D. Ella Fitzgerald. Mais um pra sessão 'pega o lenço':
quarta-feira, 29 de julho de 2009
MALHAÇÃO
Hoje eu nem tinha o que postar direito. Mas, como decidi algumas coisas na vida, vamos lá. Esse negócio de blog é mesmo viciante.
Bom, a primeira coisa e mais importante é que não desisti. De nada. Uma das coisas que andei lendo me ensinaram a lidar com diversas situações, mas, de todo modo, nada como o respeito pelo próximo (principalmente a quem se ama em todas as esferas) dando-lhe o tempo necessário para tudo. Então, é o famoso 'dar tempo ao tempo' e nada melhor que aprender que o tempo tudo resolve e o essencial permanece. Acho que é isso. O que realmente vale a pena não passa. E isso só o tempo pode dizer.
Confuso? Então imagine como foi para eu chegar nisso...
De resto tenho feito meus editais, tenho tentado imaginar de onde cavocar grana para realizá-los (depois de uma conversa com minha mãe ela sutilmente me disse pra falar com minha gerente do banco...não era bem essa a intenção, mas....)
Outra decisão importante: aos poucos posso voltar a me exercitar. Para quem não sabe, depois de sérios problemas de coluna. Então, Runner aqui vou eu mais uma vez...
Lembrei que minha última Runner - tentativa (não sou muito chegada em academia, gosto mais de esportes ao ar livre), foi na mesma época que começou Malhação. Achei a primeira abertura da novelinha, da época do Mocotó e do Dado 'li num livro', lembram?
Ai vai...
Bom, a primeira coisa e mais importante é que não desisti. De nada. Uma das coisas que andei lendo me ensinaram a lidar com diversas situações, mas, de todo modo, nada como o respeito pelo próximo (principalmente a quem se ama em todas as esferas) dando-lhe o tempo necessário para tudo. Então, é o famoso 'dar tempo ao tempo' e nada melhor que aprender que o tempo tudo resolve e o essencial permanece. Acho que é isso. O que realmente vale a pena não passa. E isso só o tempo pode dizer.
Confuso? Então imagine como foi para eu chegar nisso...
De resto tenho feito meus editais, tenho tentado imaginar de onde cavocar grana para realizá-los (depois de uma conversa com minha mãe ela sutilmente me disse pra falar com minha gerente do banco...não era bem essa a intenção, mas....)
Outra decisão importante: aos poucos posso voltar a me exercitar. Para quem não sabe, depois de sérios problemas de coluna. Então, Runner aqui vou eu mais uma vez...
Lembrei que minha última Runner - tentativa (não sou muito chegada em academia, gosto mais de esportes ao ar livre), foi na mesma época que começou Malhação. Achei a primeira abertura da novelinha, da época do Mocotó e do Dado 'li num livro', lembram?
Ai vai...
terça-feira, 28 de julho de 2009
Hahahahaha... quem ri por último.....
Outro dia, a Carol Diniz me disse algo que eu não achei a mínima graça. Aliás a Carol D. tem essa característica. Ela não sabe contar piada. Só ela ri das piadas que ela mesmo conta. Mas ela tem histórias e 'gags' engraçadíssimas. E muitas vezes nem percebe. Eis o fundamento da cómédia: levar-se a sério!
Já a Rafa não. A Rafa ri sozinha das próprias piadas com aquele risinho sarcástico. Ou então é pastelão puro quando está 'borracha', ou seja bebinha. Aí é de chorar de rir, parece um clown. A Cocó ri pra dentro. E o mais engraçado é o que seria trágico: 'agora tá decidido! essa semana peço demissão!' - ouço isso desde que ela entrou na empresa há uns 3 anos. Ou seja: virou piada.
E o Heitor que depois de ouvir a própria risada na exibição de um makking off de um curta metragem perguntou: 'Mas eu rio assim?' e embora finja que não, é perceptível sua vontade de mudar o som da gragalhada espaçada e ritmada. E isso com certeza é a coisa mais cômica que ele faz. A risada do Heitor é ótima assim como suas imitações vocais de funk pancadão.
O Mega não ri. Ele coça o nariz. E se tanto balança as pernas e diz em tom risonho (veja: 'tom risonho' não é risada): 'Né?' ou ainda 'Hum!'. Bem diferente da Lulu que abre a boca na maior gargalhada rouca que deixa Maysa no chinelo. Sorte do Érico que rir, rir mesmo, só bêbado. Mas como ele sempre fica bêbado quando todo mundo já está ficando sóbrio, é engraçado, parece aquele ratinho cinza do Tom e Jerry quando cai no barril de pinga.
Existem situações na vida que a melhor atitude é mesmo rir. Quando dá aquela vontade de chorar, ria. Quando dá raiva, ria. Está stressado? Ria. Rir é o melhor remédio sempre (lugar comum, mas verdade). E, voltando ao que a Carol me disse há uns dias atrás, hoje consegui lembrar e rir. Ela disse: 'Um pé na bunda pelo menos empurra a gente pra frente'. Um poço de sapiência no alto de seu metro e meio.
PS: A saber, por isso tive a idéia de um novo doc, simplesinho, mas de utilidade pública - 'Linda, Leve e Solta'. Não adianta nem roubar porque já foi registrado na Biblioteca Nacional!
De brinde Chico César e Paulinho Moska interpretando 'Último Dia', para provar que mesmo o fim do mundo não é o fim do mundo e em não sendo o fim do mundo... vamos dar risada!
Já a Rafa não. A Rafa ri sozinha das próprias piadas com aquele risinho sarcástico. Ou então é pastelão puro quando está 'borracha', ou seja bebinha. Aí é de chorar de rir, parece um clown. A Cocó ri pra dentro. E o mais engraçado é o que seria trágico: 'agora tá decidido! essa semana peço demissão!' - ouço isso desde que ela entrou na empresa há uns 3 anos. Ou seja: virou piada.
E o Heitor que depois de ouvir a própria risada na exibição de um makking off de um curta metragem perguntou: 'Mas eu rio assim?' e embora finja que não, é perceptível sua vontade de mudar o som da gragalhada espaçada e ritmada. E isso com certeza é a coisa mais cômica que ele faz. A risada do Heitor é ótima assim como suas imitações vocais de funk pancadão.
O Mega não ri. Ele coça o nariz. E se tanto balança as pernas e diz em tom risonho (veja: 'tom risonho' não é risada): 'Né?' ou ainda 'Hum!'. Bem diferente da Lulu que abre a boca na maior gargalhada rouca que deixa Maysa no chinelo. Sorte do Érico que rir, rir mesmo, só bêbado. Mas como ele sempre fica bêbado quando todo mundo já está ficando sóbrio, é engraçado, parece aquele ratinho cinza do Tom e Jerry quando cai no barril de pinga.
Existem situações na vida que a melhor atitude é mesmo rir. Quando dá aquela vontade de chorar, ria. Quando dá raiva, ria. Está stressado? Ria. Rir é o melhor remédio sempre (lugar comum, mas verdade). E, voltando ao que a Carol me disse há uns dias atrás, hoje consegui lembrar e rir. Ela disse: 'Um pé na bunda pelo menos empurra a gente pra frente'. Um poço de sapiência no alto de seu metro e meio.
PS: A saber, por isso tive a idéia de um novo doc, simplesinho, mas de utilidade pública - 'Linda, Leve e Solta'. Não adianta nem roubar porque já foi registrado na Biblioteca Nacional!
De brinde Chico César e Paulinho Moska interpretando 'Último Dia', para provar que mesmo o fim do mundo não é o fim do mundo e em não sendo o fim do mundo... vamos dar risada!
segunda-feira, 27 de julho de 2009
E que tudo mais... vá pro inferno!
Depois de um sábado tempestuoso de chuva e frio interno e externo, resolvi levantar, sacodir a poeira e dar a volta por cima! Mesmo que em São Paulo, essa cidade poluida, superlotada, caótica, barulhenta e cinza esteja num dia horrível com uma chuva do cão,um frio dos infernos e um céu mais nebuloso que a situação do Sarney no Senado.
Tudo bem, nada que um par de amigas não resolva.
O começo de tudo foi sexta-feira. Eu, Rafa e Cocó fomos ao Rey Castro. Vamos combinar que de Cuba eu entendo e, vamos combinar, que aquele lugar não tem nada a ver com Cuba. A principio achei que era uma observação minha, mas, não é. A musica é ruim (pelo menos a banda que nem me dignei a perguntar o nome era péssima), prometiam latin rock e tocaram Madonna, não conheciam uma música do Juanes (que pode não ser muito conhecido por aqui, mas, na America Latina é) famosíssima que a Rafa pediu. O local é apertado, ninguém sabe dançar musica cubana. Valeu pelos mojitos que a Cocó tomou, pela Piña da Rafa e pela coqueteleira que eu ganhei não sei porque.
Não é caro, mulher paga tipo R$ 25,00 mas não vale o que se paga. Conclusão, saimos de lá na chuva às 1h e poucos e fomos para... onde?... Filial! Que estava igualmente cheio, com aquela galera estranha que de vez em quando baixa lá e ... nem sentamos! Fomos embora depois de um chopp no balcão. Claro que eu e Rafa paramos no Temaki depois, né? Enfim... perdemos apenas horas de sono....
Sábado como disse, continuava cada vez mais frio e cada vez chovia mais. Acordei sem coragem pelas 15h. Deprê! Completamente deprê! Sem ânimo para nada. Sai da cama com muito esforço, falei com algumas pessoas, armei meu circo computadorístico na sala de tv e ali fiquei de roupão o dia todo. Até que Carol Diniz me salva de mim mesma! Me carregou para uma pizzaria muito boa na Vila Madá. Ficamos lá, horas...
Rafa nos liga por volta das 23h e, sem sono depois de um dia de leitura... fomos tomar uma no Fufu, ou, para os não-íntimos, Skina Grill. Ah! Sem sutiã de tão desencanado! (Hihihihi)
O dia do Senhor, famoso domingo e vulgo Sunday, que de sun não teve quase nada, mas uma leve melhora desde sábado. Trouxe uma melhora e um ânimo na alma também. Almocei com família (mãe, pai, avó e irmão) e fui para casa da Rafa. Heitor surgiu e foi para lá também. Selecionamos alguns depoimentos para o documentário do Sérgio Cezar, bebemos coisinhas, comemos Bis e a pipoca que eu queimei no micro (:() e fomos pro Astronete, onde Ivan e Théa iam discotecar.
Dessa vez todas de sutiã, menos Heitor, lógico. Lógico? Enfim, a Théa e o Ivan formam a dupla de DJs da Folha de S. Paulo, Los Macaquitos. Fomos vê-los algumas vezes lá no Astronete e em outros bares também. Adooro as musicas. Mesmo que o Ivan tenha esquecido de levar 'A Little Respect' do Erasure para mim, mas ok. Foi muito divertido.
Ah! Depois deles quem entrou para tocar e de cara lascou um Mica Jaca foi a Leila Lopes. Lembra dela? Sim, a professorinha Lú de Renascer, lembra? Aquela que o Antonio Fagundes era o 'painho'. Pois é... depois ela virou atriz pornô e ontem tava lá tocando depois do Ivan e da Théa.
Segue foto do Ivan com ela. Ah... para quem esperava por isso... ela entrou com um casacão desses tipo sobretudo de lã fechado do pescoço aos pés e de botas. E assim ficou até o final.

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